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Friday, December 28, 2012

Feliz Natal e Um Prospero Ano Novo



Olá meus amores faz um tempo em que eu não lhes falo, assim abertamente. Sem concertos de palavras mesmo tendo passado o Natal, que ele tenha passado maravilhosamente á vcs,  eu quero com todo amor desejar que o Ano que se inicia venha cheio de tudo. E é com o castelo mais famoso de todos os tempos que eu agradeço a Deus e á todos vcs por sempre estarem aqui nesta página curtindo e amando o que eu lhes falo.
 FELIZ ANOI NOVO MEUS AMORES....


BJINHUS 
    M.W.M.
é a melhor que papai noel gente, Hogwarts!

Saturday, December 22, 2012

Pequenos poemas (II)

            Paixão pelo Rock
As luzes me cegam
A bateri faz meus olhos cederem
a piscar.
Quando o som meus timpanos
introduzam.
A guitarra vem puxar o baixo
Todos movimentos, meu corpo
E na mais percepção com meu corpo
Flui
A coisa serena
     Música lustrosa
No impeto
O piano sucede
E minha alma
flutua e se calma.
Ôh ,doce paixão
                                M.W.M.

Eu descarrego
Escrevo porque gosto
Leio porque amo
Sou regente ao sono
Quando ele me abate
Fácil ilustrar um asonho na vida
Feche os olhos e voe.
Dificil coexistir, no branco e no preto
Com a paz e com tormento.
Com amor e odio
Livra-nos desse mau da ilusão.
Queremos guerriar apenas de um lado
                                 M.W.M.


Quando olho em seus olhos
é como observar o céu a noite
Ou um belo amanhecer
Eles carregam tanta coisa
Para estar onde estou,
Eles diluem tanto.
                            M.W.M.


     New Moon
 "O imenso prazer
Que me consome
Como fogo e polvora
Num jardim florido
Noutro sonho; - escarlar-te sensações.
Vendo atravéz de um espelho
A idade
Minha infância, perdida
Minha juventude, extravasada
Meu amadurecimento, contestado
Eu mulher- morte antes de chegar.
A velhice que se aproxima a beira de um abismo.
Assim olhando pra você,
Relembro minha admiração.

Sendo jogada para vc
Não ter privacidade.
A flâmula de seus lábios.
Por pura estupidez
Um amor-perfeito
Mas isso não causa a inveja
E sim o suicidio, 
A morte da alma.
E repousar por todo sempre,
Para selar um respeito.
Tocar suas presas e me sentir em casa.

Ser imposta, não manter alardes.
Ter a vingança pelos dedos.
Um pura transformação.
Ter o dever de te protejer....
    De te amar."
                                    † M.W.M.

Ação e reaçã
      " Audacia
Palidez
sonho e desanimo
Com teu profundo desencanto.
Ser decepcionado.
E esperar um - 'eu te amo'!
Sempre soube que me perseguiria.
Ter sempre os dois lados da medalha.
Ver o fogo consumir a dor.
Ter as chamas sempre: Acesas
por paisão,
por odio,
por desejo.
Amo o inicio que me dar-te
Não quiz o meio,
Mas gostaria do futuro.

Não sou boa o bastante 
Para ti
para mim...
Você tem carreira.
Eu mesquinharia.
Vc se eleva ao topo.
E eu só caio no fundo do poço.
Você me ama 
e as vezes eu me desprezo.
Não duvidei de seus sentimentos,
Talvez no inicio- tenho que admitir.
Mas isso não muda
Que não acredite em teus atos.
Porque mesmo agora.
Vc será como todos 
Irá desaparecer,...
E assim lhe verei em tudo.
Sua ausência irá abrir um buraco em mim.
Eu não terei nada para dizer no que foi real,
Em tudo isso!
Não é depressão 
é perigo 
pelo Medo."

                                     † M.W.M.


Esses não são de minha autoria!

Tu tens um medo:
Acabar.
Não vês que acabas todo o dia.
Que morres no amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que te renovas todo o dia.
No amor.
Na tristeza.
Na dúvida.
No desejo.
Que és sempre outro.
Que és sempre o mesmo.
Que morrerás por idades imensas.
Até não teres medo de morrer.

E então serás eterno.
Cecília Meireles


ECOS D'ALMA

Oh! madrugada de ilusões, santíssima,
Sombra perdida lá do meu Passado,
Vinde entornar a clâmide puríssima
Da luz que fulge no ideal sagrado!

Longe das tristes noites tumulares
Quem me dera viver entre quimeras,
Por entre o resplendor das Primaveras
Oh! madrugada azul dos meus sonhares.

Mas quando vibrar a última balada
Da tarde e se calar a passarada
Na bruma sepulcral que o céu embaça

Quem me dera morrer então risonho
Fitando a nebulosa do meu sonho
E a Via-Látea da Ilusão que passa!
Augusto dos Anjos


                                                        Eu te amo, com todo ódio que te tenho
Amo com o mais suave dos venenos
com o mais doce sentimento
com a dor mais profunda
de alguém chora em silêncio

****
Eu te amo....
com todo ódio que te tenho!
amo como a fragilidade de uma flor
amo como a força de um guerreiro.

****
Eu te amo
e te odeio!
com todos os sentimentos
como a tempestade que passa
como o assobio de um leve vento.
****
Eu te odeio, porque amo demais
este amor que te tenho!

Leni Martins

Thursday, December 20, 2012

Pequenos poemas (I)



Jazia no chão sem vida
Nem a morte lhe emprestará
Com fria curiosidade,
O seu corpo sem mistérios
 Que linda e alegre menina
ntes que o mudno lhe desse 
A sua maldita sina:
Sem nada saber da vida,
A mão da noite embrulha os horizontes
Os cegos esperavam que o sono tivesse dó de sua tristeza.
Os clarins de ouro dos teus cabelos catam na luz!
....Um sujo de nuvem emporcalhou o luar em sua nascença
Anoiteceu.
Os cegos tentavam dormi
Mas teus cabelos loiros brilhavam.
Uma nuvem cobri uma parte da lua,
E sosn soturnos, suspiradas mágoas...
Mágoas amargas e melancolias,
No sussurro monótomo das águas
Noturnamente entre ramagens frias.
Entrará pela noite adiante a órgia.
Escuta, eu não quero contar-te o meu desejo,
Aquele espelho a quem me
                   [assemelho
Sempre que se começa a ter amor alguém,
No ramerão, o amor pega e cresce é porque,
de certo jeito,
a gente quer que seja isso, e vai, uma deia querendo a ajudando.
Mui grande é vosso amor e o meu delito; 
E não o vosso amor que é infinito.
                                     M.W.M.



Ardor Firme coração nascido;
Quanta glória pressinto em meu futuro!
Que aurora de porvir e que manhã
Mas essa dor da vida que devora
Do desapontar da existência
Respira alma inocência
O mar é lago sereno
O céu um manto azulado,
O mundo
Um sonho
A vida um hino d’ amor!
Que noites de melodia.
Que doce a vida não era!!!!
                                 M.W.M


 Desejas que lhe ceda.
Que te abras-te.
Sonhos passa,m pelas brexas,
Escapolem pelas fendas.
Sonho lindo e negro de longas caudas
  com perólas reluzentes.
O branco da paz que usou nas cerimônias.
O azul celeste dos chás da tarde com...
A Família
amigos
desconhecidos
Abra-lhes a sportas.
Saem correndo.
Veja-se o mundo. No solhos de menina.
Encantos se fecham quando as portas se voltam...
A tristeza de deixar a menina.
Com seu velho guarda-roupa.
                                         M.W.M.
 



 

Monday, December 17, 2012

Antecipação do Compêndio (A Irmandade da Adaga Negra)

Da escritora J. R. Ward, Bestselling do New York Times, chega um acontecimento único na vida: Um extraordinário volume que mostra a vida atrás dos bastidores da Série «que é para morrer» da Irmandade da Adaga Negra.
Encontrará informação sobre a Irmandade, incluindo seu histórico, estatísticas e presentes especiais. Lerão entrevistas com seus personagens favoritos, incluindo uma comovedora conversa entre o Tohrment e Wellsie, acontecida três semanas antes que fosse assassinada pelos lessers. Descobrirá cenas suprimidas - acompanhadas das razões pelas quais foram suprimidas - e respostas a perguntas expostas pelos leitores da série. Saberá o que sente J. R. Ward ao escrever cada entrega da série, e em uma reviravolta fascinante, lerá uma entrevista com a autora, feita pelos Irmãos. Totalmente em exclusivo, lerá uma história curta original a respeito de Zsadist e Bela, e será testemunha do milagre do nascimento de sua filha Nalla e a intensidade do amor que se professam. Este é um compêndio que nenhum fã da Irmandade da Adaga Negra deveria deixar de ler... E uma guia confidencial que o seduzirá tão poderosamente quanto o sexy grupo de Irmãos e o «ferozmente popular» mundo alternativo em que vivem.



Continua lendo se desejas dar uma olhada furtiva...





Bela passeava sobre pernas trementes pela sala de primeiros socorros e fisioterapia do centro de treinamento, dando voltas ao redor da mesa de reconhecimento. De vez em quando se detinha para checar o relógio.
Onde estavam? Que mais poderia ter saído mal? Já passou mais de uma hora<
OH, Deus, por favor, que Zsadist esteja vivo. Por favor, que o tragam de volta com vida.
Caminhou e caminhou, uma e outra vez. Finalmente se deteve na cabeceira da maca e olhou ao longo da mesma. Possivelmente era a penetrante dor que sentia dentro dela; possivelmente era o pânico; possivelmente era o desespero; mas se encontrou pensando em quando esteve sobre essa coisa, como paciente. Dois meses atrás. Quando nasceu Nalla.
Deus, que pesadelo foi aquilo.
Deus, que pesadelo era isto< esperando a que trouxessem à seu hellren ferido, sangrando, sofrendo< e isso seria no melhor dos casos.
Para evitar voltar-se louca, ou, bem, porque já estava louca e seu cérebro desejava livrar-se de algumas lembranças que se permanecesse, fariam que continuasse na terra dos alienados, pensou no nascimento, nesse momento no qual os olhares de ambos, o dela e o de Z mudaram para sempre. Como para muitas das coisas dramáticas, preparou-se para o grande evento com antecipação, mas não obstante, quando chegou, foi totalmente aterrador. Estava no décimo primeiro mês dos dezoito de gravidez e foi uma segunda-feira de noite.
Uma má maneira de começar a semana de trabalho. Realmente.
Tivera desejo de comer chili, e Fritz a agradou, lhe levando uma porção tão picante quanto gostava... O que significava que um não queria levar-lhe aos lábios já que seguro que arderia. Entretanto quando o querido mordomo levou a fumegante tigela, foi incapaz de agüentar o aroma nem a vista da refeição. Sentindo náusea e empapada em suor, foi tomar uma ducha para refrescar-se, e ao entrar no banheiro, perguntou-se como demônios ia suportar outros sete meses, com o bebê crescendo em sua barriga.
Evidentemente, Nalla, tomou no peito esse pensamento ao azar. Porque pela primeira vez em semanas, moveu-se com força< deu um agudo chute e Bela rompeu a bolsa.
Bela levantou a bata, olhado cuidadosa para baixo todo esse líquido, e por um momento pensou que tinha perdido o controle de sua bexiga ou algo. Logo o entendeu. Tinha seguido o conselho da doutora Jane e evitou ler a versão vampira de: Que esperar quando você está esperando, mas tinha suficiente noção para saber que uma vez que rompesse águas, não havia marcha ré.
Dez minutos depois estava deitada nessa maca, e a doutora Jane a estava examinando rápida, mas cuidadosamente. Seu diagnóstico foi que o corpo de Bela não parecia estar preparado para seguir com o programa, e que teria que tirar a Nalla. Administrou-lhe Oxitocina que era um medicamento utilizado freqüentemente para induzir o trabalho nas mulheres humanas, e pouco depois Bela aprendeu a diferença entre a dor e o trabalho.
A dor conseguia chamar sua atenção. O trabalho exigia toda sua atenção.
Zsadist esteve fora no campo de batalha, e quando chegou, ficou tão frenético que os poucos cabelos que se sobressaía de seu corte ao corte de barba ficaram arrepiados. Atirou suas armas formando uma pilha de chumbo e aço inoxidável e se apressou a correr para seu lado.
Nunca o viu tão assustado. Nem sequer quando despertava sobressaltado por ter sonhado com essa sádica Ama que tivera. Os olhos ficarem negros, não pela irritação, mas sim pelo medo, e tinha os lábios tão apertados que parecia um par de raias brancas.
Entretanto, ter ele a seu lado, ajudou-lhe a sobrepor-se à dor. E tinha necessitado qualquer alívio que pudesse conseguir. A doutora Jane aconselhou que não dessem anestesia epidural, já que esta droga nos vampiros podia provocar uma diminuição alarmante da tensão arterial. Assim nada de anestesia para ela.
Não puderam levá-la à clínica de Havers, porque uma vez que a Oxitocina se disparou em seu corpo, inesperadamente o trabalho de parto progrediu muito rápido para ser transportada a qualquer parte. E como o alvorada estava perto, era impossível que o médico da raça chegasse ao centro de treinamento a tempo<
Bela retornou ao presente e passou a mão por cima do magro travesseiro que descansava na maca. Podia recordar ter agarrado a mão de Z com tanta força que poderia romper seus ossos quando se pôs tão tensa que doíam seus dentes e sentia como se estivessem rasgando-a pela metade.
E então seus sinais vitais tinham paralisado.
—Bela?
Deu-se a volta a toda velocidade. Wrath estava na porta da sala de primeiros socorros, o enorme corpo do Rei enchia o marco. Com o cabelo negro que chegava até o quadril, os óculos envolventes, e as calças de couro negro, parecia uma versão moderna de Grim Reaper aproximando-se silenciosamente.
—OH, por favor, não — disse, aferrando-se à maca — Por favor<
—Não, está bem. Ele está bem. — Wrath se aproximou e a tirou do braço, sustentando-a — Está estável.
—Estável?
—Tem uma fratura exposta na parte inferior da perna, o que provocou que sangrasse um pouco.
Esse pouco era certamente um muitíssimo, pensou ela.
—Onde está?
—No Havers, mas o trarão para casa agora mesmo. Supus que estaria preocupada, por isso quis vir te avisar.
—Obrigado. Obrigado<
Ultimamente estavam tendo problemas, mas ainda assim, a idéia de perdê-lo era catastrófica.
—Vêem aqui, Bela.
—Não, estou bem. — E um corno se o estava — De verdade, estou<
—E um corno se o estiver. Considera-o um decreto real se isso fizer que seu ego se sinta melhor.
Bela sorriu e deixou de lutar. Quando se aproximou dele, o Rei a envolveu em seus enormes braços e a abraçou suavemente.
—Deixa que os tremores a atravessem. Dessa forma poderá respirar mais facilmente, creia ou não.
Fez o que sugeriu, afrouxando o rígido controle que esteve exercendo sobre seus músculos. Como resposta, todo seu corpo estremeceu, dos ombros até as panturrilhas, e teve que apoiar-se na força do Rei ou teria caído diretamente ao chão.
Entretanto, era gracioso. Ele tinha razão. Uma vez que passaram os tremores, foi capaz de respirar fundo uma ou duas vezes.
Quando esteve grandemente mais estável, afastou-se. Olhando fixamente a maca, franziu o cenho.
—Wrath, posso te perguntar algo?
—É obvio
Teve que andar um pouco antes de poder formular a pergunta apropriadamente.
—Se Beth< se você e Beth tivessem um bebê, amaria ao menino tanto como ama ela?
O Rei pareceu surpreso.
—Ah<
—Sinto — disse — Isso não é de minha incumbência<
—Não, não é isso. Estou tentando imaginar a situação.
Levantou a mão e se tirou os óculos de seus brilhantes olhos cor verde pálida. Esteve pensando durante um momento e enquanto o fazia jogava com os magros braços dos óculos envolventes, seus dedos longos e fortes se moviam de um lado a outro, e o ruído de um chiar de plástico se elevou na sala ladrilhada.
—Assim é a coisa... E acredito que isto é certo para todos os machos emparelhados. Sua shellan é o coração que palpita em seu peito. Inclusive, muito mais que isso. É seu corpo, sua pele e sua mente... Tudo o que alguma vez foi e tudo o que chegará a ser. Assim um macho nunca poderá sentir tanto amor por outra pessoa como o que sente por sua companheira. Simplesmente não é possível< e penso que as coisas estão evoluindo um pouco. Quanto mais profundamente ame, mais protegerá, e manter a sua fêmea com vida a todo custo significa que ela poderá cuidar dos filhos que tenha. Tendo estabelecido esse ponto, é obvio que ama a seus filhos. Penso no Darius e na Beth... Estava desesperado por mantê-la a salvo. E Tohr com o John... Y... sim, quero dizer, sem dúvida se sente um profundo amor por eles.
Era lógico. Mas Zsadist nem sequer segurava Nalla...
As portas duplas da clínica se abriram e Z foi trazido. Estava vestido com uma bata de hospital, sem dúvida porque suas roupas deviam ter sido cortadas na clínica de Havers, e seu rosto carecia de toda cor. Tinha ambas as mãos enfaixadas e usava um gesso na parte inferior da perna.
Estava desacordado. Mais que isso, parecia morto.
Apressou-se a ir a seu lado e pôs a mão em seu ombro.
—Zsadist? Zsadist?
As intravenosas e as pílulas nem sempre eram o melhor tratamento para um ferido. Às vezes tudo o que se precisava era o toque do ser amado, o som de sua voz e o conhecimento de que estava em casa, para que de repente retornasse a bordo.
Z abriu os olhos. Quando se encontrou com o fixo olhar azul safira dela seu olhar adquiriu o brilho das lágrimas. Bela estava inclinada sobre ele, seu espesso cabelo cor mogno escorregando por cima de seu ombro, o formoso rosto de rasgos clássicos sulcado pela preocupação.
—Olá — saudou, porque era quão único podia fazer.
Na clínica recusou que lhe administrassem medicamentos para a dor, porque o efeito de moleza que lhe dava recordava a maneira em que foi narcotizado quando estava em poder de sua Ama. Assim com a perna quebrada, e o que ocorreu nas palmas das mãos, sentia uma agonia espantosa. E ainda assim ver bela o ajudou muito com a dor.
—Olá. — Passou-lhe a mão sobre o crânio rapado — Olá...
Ele jogou uma olhada a seu redor para ver quem mais estava na sala de primeiros socorros e fisioterapia. Wrath estava falando com o Rhage na esquina próxima à banheira de hidromasagem, Qhuinn, John e Blay estavam de pé frente às fileiras de gabinetes de aço e vidro.
Quando pôde enfocar claramente os detalhes da sala, pensou na última vez que esteve
ali.
No nascimento.
—Shhh... — murmurou Bela, que evidentemente interpretou mal a razão de sua careta de dor — Só fecha os olhos e te relaxe.
Fez o que lhe pediu, porque retornou a beira do abismo, não pelo muito que estava doendo.
Deus, a noite em que tinha nascido Nalla... Quando quase perdeu a sua shellan...
Z apertou ainda mais os olhos, não desejando reviver o passado... nem olhar muito de perto o presente. Corria o perigo de perder a Bela. De novo. E era sua culpa. De novo.
—Amo-te... — sussurrou — OH, Deus, por favor, não me deixe...

Perdão

"Seu olhar me afasta da razão
    Que me deixa sem ação, que não sai da minha cabeça, que me fascina em suas virtudes que jamais vi igual, conheço que todas as idéias começam com palavras, pode dizer que não as sinto, mas seria uma calúnia da sua parte afirmar tal coisa... Pois os desejos mais singelos, mais profundos, são ilustrados nas mais belas formas simples de sílabas, que unidas formam palavras, frases, ajudando-nos a entender nossas emoções perante ao outro.
São com elas que eu as deixo desenhadas e cravadas no tempo e espaço, frequentemente em transição, permanecentes gravadas e ilustradas as minhas verdadeiras emoções, puras que possuo por ti, que almejam seu perdão.
"

R.

EU AMO A ESPERANÇA DA VIDA

Hoje muitos choram mas não desistem de viver!
Preciso enfrentar os dias maus o relógio não espera. Só me fazem voltar atrás, De onde eu vim, Lágrimas não param de cair. De onde eu vim, Dor e solidão não se separam. E pra onde vou.  A trindade está a me esperar,  anjos se preparam pra adorar, É no lindo céu que eu vou morar. No lindo céu... Lágrimas terão fim dores não existirão. No lindo céu...Vozes que clamaram aqui em breve só adorarão. Olhos profundos melhor momento. sonho acordada conto os minutos, pra dizer que o teu sorriso ilumina o meu mundo Impossível descrever vou cantar pra você, se eu pudesse contar as estrelas, contaria. Se eu pudesse juntar a areia do oceano. Se eu pudesse colorir o céu, eu te diria. O quanto eu te amo. Você mora no meu pensamento. Meus passos já cansados, há muito tempo desgastados, de tanto caminhar em vão, correndo conta tempo. Minha vida foi só ilusão, eu me vejo sozinho e indefeso sem rumo ou saber. O que me espera adiante, Mas alguém de tão distante.Veio me dizer, que a esperança descansa, aonde não se pode ver...
Foi o amor que me fez entender. O quanto eu dependo de você. Há um lugar que atrai meu coração, E faz meus pés mudarem sempre a direção. Passo o dia e passo as noite te amando, sem ser de fantasia. Me pediram para sorrir, mas não sabia o que fazer, então me surgiu vc que me mostrou o verdadeiro significado deste gesto de contentamento. Dadiva e encantos. A vida é curta e não quero mais desperdiçar. O tempo passa e eu perco as horas. É tudo sempre igual, As mesmas histórias que eu cansei de ouvir. A vida é curta e não quero mais desperdiçar. Com o meu coração levanto minhas mãos, E arrumo as minhas pedras. Menos de um segundo e eu já perco o ar.  Quase um minuto, quero te encontrar, É um sentimento que preciso controlar.
Beijinhus!!!